Toda luta
por uma segunda chance deve mesmo valer a pena. O amor à primeira vista, o
desejo no primeiro beijo. Depois voltar a se apaixonar. Tudo pela mesma pessoa.
Deve mesmo valer a pena. Nunca vi o amor acontecer duas vezes. No meu caso ele
nunca deixou de existir, de viver, de bater. Lembro da primeira vista, do
primeiro beijo roubado, que não devia acontecer. Lembro da falta de suspiros,
do meu grito exagerado. Minha sempre forma de amar desesperada, que a meu ver,
é sempre a melhor maneira de amar.
Todo dia deveria ser dia de conquistar, reconquistar. De ter por perto. Seja com flores, abraços, carinhos e amassos. O amor não é o tipo de produto com prazo de validade, ele não tem tempo para acabar ou tempo para começar. Ele simplesmente acontece. O amor não é presença ou ausência. É o conjunto dos dois. É o cigarro que precisa da tragada para ser acesso. É o sonho que precisa do sono para se dividir. É memória. O amor é sempre memória. Aquela parte que vai surgir em determinado momento do seu dia. Aquela dor que vai bater em quase todos os momentos da sua noite. Só pra te fazer relembrar. Só pra te convencer a se apaixonar outra vez pela mesma pessoa, em outro lugar.
Sempre achei essas avalanches de sentimentos bem desagradáveis. O tipo de coisa que não queria pra mim. Sim, meta de vida boa, era não amar ninguém. Hoje amo a pior espécie que existe. Uma pessoa que é como eu era, sem tempo para bobagens. Sempre há aula na segunda, e dizer que vai se concertar numa segunda-feira é mentira. Assim como todos que mentem sobre a dieta que irá começar. A segunda é mentirosa por antecipação. Odeio segundas, principalmente as blues.
A questão, é que apoio quem acredita em segundas chances. Em recomeçar. Tudo soa lindo, poético. De fato, esperançoso. Quem acredita, faz de mim coragem. Dá a mim, porto seguro. Mas infelizmente, no meu caso, recomeço continua sendo remendo mal feito em ferida que não sara. Toda luta por uma segunda chance deve mesmo valer a pena. Toda luta para esquecer uma segunda-feira é pouco.
De recomeço em recomeço, virei ferida aberta. Minha cura não cessa. Meu remendo foi desfeito
Todo dia deveria ser dia de conquistar, reconquistar. De ter por perto. Seja com flores, abraços, carinhos e amassos. O amor não é o tipo de produto com prazo de validade, ele não tem tempo para acabar ou tempo para começar. Ele simplesmente acontece. O amor não é presença ou ausência. É o conjunto dos dois. É o cigarro que precisa da tragada para ser acesso. É o sonho que precisa do sono para se dividir. É memória. O amor é sempre memória. Aquela parte que vai surgir em determinado momento do seu dia. Aquela dor que vai bater em quase todos os momentos da sua noite. Só pra te fazer relembrar. Só pra te convencer a se apaixonar outra vez pela mesma pessoa, em outro lugar.
Sempre achei essas avalanches de sentimentos bem desagradáveis. O tipo de coisa que não queria pra mim. Sim, meta de vida boa, era não amar ninguém. Hoje amo a pior espécie que existe. Uma pessoa que é como eu era, sem tempo para bobagens. Sempre há aula na segunda, e dizer que vai se concertar numa segunda-feira é mentira. Assim como todos que mentem sobre a dieta que irá começar. A segunda é mentirosa por antecipação. Odeio segundas, principalmente as blues.
A questão, é que apoio quem acredita em segundas chances. Em recomeçar. Tudo soa lindo, poético. De fato, esperançoso. Quem acredita, faz de mim coragem. Dá a mim, porto seguro. Mas infelizmente, no meu caso, recomeço continua sendo remendo mal feito em ferida que não sara. Toda luta por uma segunda chance deve mesmo valer a pena. Toda luta para esquecer uma segunda-feira é pouco.
De recomeço em recomeço, virei ferida aberta. Minha cura não cessa. Meu remendo foi desfeito
Nenhum comentário:
Postar um comentário